Licitação Sustentável

Licitação Sustentável

Compra Sustentável

#Quando se fala em licitação associamos a atividade aos procedimentos necessários para a administração publica realizar as suas compras de obras,serviços e matérias

Na iniciativa privada cada empresa pode ter seus regulamentos e não está subordinada a lei federal.

As contratações sustentáveis,mais do que opções administrativas,são atualmente consideradas uma política pública voltada à indução do mercado no sentido de fornecer produtos e serviços que atendam aos três pilares da sustentabilidade, ou seja, que sejam ambientalmente corretos, socialmente justos e economicamente viáveis.

 

Lei nº8. 666 de 21 de junho de 1993

Art. 1º Esta Lei estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviço, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios.

 

A Lei 12.349/2010 alterou o artigo 3º da Lei 8.666/1993 sobre licitações, incorporando a promoção do desenvolvimento nacional sustentável aos objetivos da licitação.

A legislação atual é um entrave para o desenvolvimento das compras sustentáveis, visto não ser permitido criar grandes diferenças entre produtos sustentáveis e os de fabricação usuais.

Os produtos sustentáveis tem pouco poder de competir em preços com os produzidos em grande quantidade.

 

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Licitação Sustentável

O menor preço ainda é determinante na compra pelos órgãos públicos.

A transição para um sistema de produção e consumo sustentável é um jogo de forças que pode ser puxado pelos compradores, por um lado, e empurrado pelos empreendedores pelo outro lado.

Estimativas apontam que o Poder Publico compra em produtos, obras e serviços de 10% a 16% do Produto Interno Bruto (PIB)

LEMBRANDOSE DA LEI:

Art. 3º. A licitação destinase a garantir a observância do principio constitucional da isonomia e a selecionar a proposta mais vantajosa para a Administração e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos.

A lei não permite também, admitir, prever, incluir ou tolerar,cláusulas ou condições que comprometam,restrinjam ou frustrem o caráter competitivo e estabeleçam preferências ou distinções em razão da naturalidade, da sede ou domicilio dos licitantes ou de qualquer outra circunstancia impertinente ou irrelevante para o especifico objeto do contrato.

Tudo isto se torna difícil legalmente justificar pagar mais por um produto considerado sustentável. Comprar energia limpa em comparação com a mais barata do petróleo. Uma geladeira que consome menos energia e custa o dobro da convencional. Um motor com eficiência maior e muito mais caro.

Hoje alguns projetos estão avançando justificados com economia em médio prazo. Se gasta mais no inicio porem se ganha no tempo, exemplo iluminação com lâmpadas LED.

Em recente pesquisa, foram consultados gestores nas unidades de compra da esfera federal para saber o que pensam sobre aplicação de quesitos de sustentabilidade nas licitações.

80% colocaram como barreira a falta de capacitação dos funcionários e o receio de punições pelos órgãos de controle.

Mudar a maneira de produzir e consumir é um desafio gigantesco, mas necessário, diante dos dilemas ambientais e sociais do século XXl.

 

IMPORTANTE: AVANÇO!

Temse em varias administrações públicas atualmente o entendimento de que a proposta mais vantajosa num processo licitatório não é a que apresenta apenas o menor preço. Muitas vezes o preço de um produto é mais barato porque nele não estão embutidos os custos das externalidades negativas que afetam a sociedade.

Os impactos ambientais de um produto ou as condições socialmente injustas de sua produção podem tornar o preço menor, mas a administração, que tem como finalidade o interesse público, não pode contribuir com uma cadeia produtiva que prejudique a coletividade, sob o pretexto de economizar recursos.

Deve ser considerado também o ciclo de vida dos produtos. Produtos, serviços e obras de menor impacto ambiental, ainda que tenham um maior custo aparente no momento da contratação são mais baratos no longo prazo. Isso porque reduzem gastos do Estado com políticas de reparação de danos ambientais, tem maior durabilidade, menor consumo de energia e materiais, e incentivam o surgimento de novos mercados e empregos verdes, gerando renda e aumento de arrecadação tributaria.

Licitação Sustentável

Licitação Sustentável

Fontes: www.comprasustentavel.com.br

www.senado.leg.br

www.fgv.br/ces

Hackathon – TCE/USP

Hackathon – TCE/USP

A palavra vem da mistura de duas outras palavras: “hack”, que significa programar com excelência, e “marathon”, de maratona.

 

ODS Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Hackathon - TCE/USP

O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e a Universidade de São Paulo promovem, entre os dias 5 e 19 de outubro, uma maratona de programação voltada ao desenvolvimento de soluções tecnológicas para o acompanhamento da evolução dos Objetivos Sustentáveis no Estado de São Paulo.

Batizado de “DeepHack 2019” o hackathon é organizado pela CodeLab Initiative grupo de extensão universitária criado para incentivar a inovação tecnológica e formado por três unidades da USP:Butantã,São Carlos e Leste.O tema dessa edição será “ Identificando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável,da Agenda 2030 da ONU,a partir de dados do TCESP”

Espaços criados para a experimentação de novos projetos, os hackathons estimulam a criatividade e a resolução de problemas em um curto espaço de tempo.

Durante o desafio, serão analisadas informações do TCESP relacionadas aos objetivos 6 ( água potável e saneamento),11(cidades,e comunidades sustentáveis)e 12 (consumo e produção responsáveis),todos vinculados aos resíduos sólidostema central de estudo do Observatório do Futuro neste ano.

Os ODS fazem parte da chamada Agenda 2030, compromisso global formado por 17 objetivos e 169 metas fundamentados nos três pilares do desenvolvimento sustentável:

  • Crescimento econômico
  • Inclusão Social
  • Proteção ao meio ambiente
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Hackathon – TCE/USP

OBSERVATÓRIO DO FUTURO TCE

O Tribunal de Contas e o PNUD (programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, braço da ONU responsável pelos ODS) firmaram, em 2017, um memorando de entendimentos para facilitar a colaboração e a troca de informações entre os dois órgãos.

Fruto dessa parceria, o Observatório do Futuro foi criado para auxiliar o Estado e as Prefeituras na implementação da Agenda 2030 e também para acompanhar a evolução desse processo nos dois níveis de governo.

Para isso, o núcleo de monitoramento do ODS desenvolvera estudos e atividades de capacitação de servidores, colaborando ainda na sistematização e divulgação de dados e de boas praticas. Uma cartilha já foi elaborada para explicar o que são os ODS e como o TCESP pode ajudar Prefeitos e Governo do Estado a aderir ao projeto.

 

O que são os ODS?

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) são o caminho proposto para a efetivação da Agenda 2030. Com 17 objetivos e 169 metas, os ODS estão fundamentados nos três pilares do desenvolvimento sustentável: crescimento econômico, inclusão social e proteção ao meio ambiente.

O cumprimento desta agenda é tarefa extremamente desafiadora. Abrange questões que vão da erradicação da pobreza ao consumo responsável, passando pela igualdade de gênero, saúde pública, educação, pelo combate às mudanças no clima e o fortalecimento das instituições democráticas.

Para o sucesso de um projeto tão ambicioso, é imprescindível que cada país estabeleça estratégias, políticas, planos e programas consistentes com cada uma das metas e que a evolução do processo de implementação seja regularmente monitorada.

O tempo é curto e o desafio, enorme, já que os ODS devem ser cumpridos ate 31 de dezembro de 2030. A hora de nos comprometermos, portanto, é agora.

Hackathon – TCE/USP

Fontes: www.superacessoinfo.com.br

www.internetinnovation.com.br

www.tce.sp.gov.br/observatorio

www.comprasustentavel.com.br

Acordo de Paris

Acordo de Paris

Acordo de Paris

O Acordo de Paris é um tratado mundial que possui como objetivo: reduzir o aquecimento global

O acordo foi negociado durante a COP 21(Conferencia das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2015),em Paris e foi aprovada em 12 de dezembro de 2015.O Acordo de Paris entrou em vigor oficialmente no dia 4 de novembro de 2016.Suas medidas e metas passam a valer para todos os 195 países signatários do acordo a partir de 2020.

Os oceanos e a atmosfera estão esquentando ano após ano devido às grandes imissões de gases, processo nocivo ao planeta desencadeado pela ação humana. Os maiores vilões das emissões de gases são a queima dos combustíveis fosseis e o desmatamento das florestas.

Aliar o crescimento populacional e industrial ao desenvolvimento sustentável deve ser um trabalho constante e realizado por todos. E, as empresas tem um papel de extrema importância, demonstrado no estudo realizado pelo CEBDS: Como as empresas vêm contribuindo com o Acordo de Paris (https://cebds.org)

CEBDS : Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentavel

Mais de 90% das empresas globais, possui meta de redução de emissões de gases de efeito estufa. Segundo o estudo, 86% das empresas brasileiras também já estabeleceram suas metas e quase 90% delas possui meta de redução de emissões ate 2025.

 

Lideres internacionais discutiram o Acordo de Paris

Acordo de Paris

O Acordo de paris e as mudanças climáticas estiveram em pauta nas discussões dos lideres internacionais nas conversas que antecederam a 14ª reunião de cúpula do G20,que foi realizada nos dias 28 e 29 de junho no Japão.

O Japão, pais anfitrião da cúpula do G20, tem sido criticado por apoiar o uso continuo de carvão para geração de energia, uma das maiores fontes de emissões de gases que causam o aquecimento global.

 

Todos os países do G20 com exceção dos EUA ratificaram seu apoio ao Acordo de Paris sobre o clima de 2015.

Os países do G20,menos os Estados Unidos,chegaram a um consenso sobre o clima no texto da declaração final da reunião anual realizada em Osaka.

A tradicional declaração final das reuniões desse grupo, que agrega as 20 principais economias mundiais, foi afetada nos últimos anos pela negativa do presidente norteamericano a assinar um texto onde aparece uma declaração firme em favor da luta contra a mudança climática.

Na reunião de Osaka, da mesma forma que já aconteceu no ano passado na de Buenos Aires, acorreu uma declaração 19 mais 1,ou seja,um apoio de todos os países do G20,menos os Estados Unidos.

Importante foi mostrar o consenso de todos os 19 países em um foro como o G20 entre outras coisas para enviar uma mensagem à opinião publica dos EUA de que seu presidente esta sozinho no mundo na resistência ao Acordo de Paris.

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BRASIL MATRIZ ENERGÉTICA

O Brasil possui a matriz energética mais renovável do mundo industrializado com sua produção proveniente de fontes como recursos hídricos, biomassa e etanol, alem das energias eólica e solar.

As usinas hidroelétricas são responsáveis pela geração de mais de 68,5% da eletricidade do país.Vale lembrar que a matriz energética mundial é composta por 14,2% de fontes renováveis no caso de países industrializados e no Brasil as fontes renováveis representam 42,5%.

O petróleo e seus derivados tem a maior participação na matriz brasileira, o carvão mineral, assim com o petróleo são fontes não renováveis e altamente poluentes.

No Brasil, as fontes não renováveis representam aproximadamente mais da metade da matriz energética, já a media mundial é bem mais elevada, com mais de 80% de participação de fontes não renováveis.

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BIM  – Building Information Modeling

BIM  – Building Information Modeling

O crescimento sustentável é função direta do desenvolvimento de novas tecnologias.

O futuro da indústria da construção civil esta desenhado, projetado em três dimensões e planejado com precisão milimétrica para injetar competitividade no setor e reduzir os custos das obras. Reduzir custos significa também reduzir desperdícios, reduzir geração de entulhos e por consequência, reduzir lixo.

O que é BIM e como a tecnologia tem revolucionado a indústria da construção

  • BIM é uma sigla para Building Information Modeling (Modelagem da Informação da Construção).
  • A tecnologia permite criar modelos virtuais em 3D da obra, bem mais precisos e úteis do que os desenhos tradicionais em duas dimensões.
  • O BIM possibilita fazer um “ensaio” da obra no computador, prevendo toda sua sequencia com as diferentes etapas de execução.
  • Por conta da precisão dos projetos modelados em BIM, há redução de erros, interferências e retrabalhos, minimizando desperdícios e geração de resíduos.
  • Com a modelagem da construção e a previsão de todas as etapas, é possível extrair, automaticamente, todas as quantidades de serviços e componentes necessários para a execução da obra.
  • Integrados com modelos BIM, os sistemas de orçamento e planejamento tornam-se mais transparentes, já que os valores correspondem exatamente aos serviços e materiais fundamentais para finalizar o empreendimento.
  • BIM  - Building Information Modeling

 

A tecnologia BIM vista como revolucionaria no planejamento, execução e manutenção de empreendimentos avança no País. O momento de otimismo com sua disseminação ficou evidente no 2º Seminário Internacional BIM CBIC – o BIM em Obras Publicas, realizado em Brasília no dia 30 de maio. Organizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em correalização do SENAI Nacional.

O avanço do BIM se dá, também, pela sinalização governamental de que a tecnologia é uma prioridade. No ano passado, a publicação do decreto que estabeleceu a Estratégia Nacional de Disseminação do BIM foi um marco do compromisso do governo federal com a inovação no setor da construção. O resultado é que órgãos públicos como o DNIT têm se equipado para se inserir na nova realidade.

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BIM  – Building Information Modeling

Os 9 objetivos da estratégia nacional de disseminação do BIM

 

  1. Difundir o BIM e seus benefícios
  2. Coordenar a estruturação do setor público para adoção de BIM
  3. Criar condições para o investimento público e privado na tecnologia
  4. Estimular capacitação em BIM
  5. Propor atos normativos para estabelecer parâmetros de compras e contratações públicas em BIM
  6. Desenvolver normas técnicas, guias e protocolos específicos para a adoção de BIM.
  7. Desenvolver plataforma e biblioteca nacional em BIM
  8. Estimular o desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias relacionadas ao BIM
  9. Incentivar a concorrência no mercado por meio de Padrões neutros de interoperabilidade de BIM

 

ABNT trabalha para entregar conjunto de normas

Disseminar boas praticas e estabelecer padrões para utilização da nova metodologia. Com esses objetivos em mente, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) trabalha para elaborar um conjunto de normas sobre o BIM. A previsão é de que as diretrizes sejam publicadas até o final de 2020.

A Comissão de Estudo Especial de Modelagem de Informação da Construção se debruça sobre quatro grupos principais de normas sobre o BIM, que englobam desde a classificação da informação da construção até normas para processos que utilizam a tecnologia, entre outros conceitos e princípios.

 

Pequenas e medias empresas….

Corporações que não tem um orçamento especifico para investir em tecnologia podem se assustar com o custo de implementação do BIM.O que se torna um fator para afasta-las das novas ferramentas.Só que pequenas e medias empresas que mergulharam na inovação compartilham historias de sucesso financeiro a partir do investimento.

 

 

Fonte: 2º Seminário Internacional BIM CBIC em Obras Públicas-Brasilia.

 

Energia mais barata!

Energia mais barata!

Tarifa Social de Energia

O que é a Tarifa Social de Energia?

É um beneficio criado pelo Governo Federal e corresponde a um desconto na conta de energia elétrica concedido aos primeiros 220 kWh consumidos mensalmente por clientes residenciais

Como é o desconto?

Consumo mensal até 30 kWh – 65%

Consumo mensal de 31 kWh a 100 kWh – 40%

Consumo mensal de 101 kWh a 220 kWh – 10%

Consumo superior a 220 kWh – 0%

O desconto da Tarifa Social de Energia Elétrica varia de acordo com a faixa de consumo de energia. Isso quer, quanto menor for o consumo, maior será o desconto na sua fatura.

Energia mais barata!

Quem tem direito?

Famílias que se enquadram em um dos critérios:
  • Inscritas no CadÚnico,com renda familiar mensal,por pessoa,menor ou igual a meio salário mínimo nacional.
  • Usufruem o Beneficio da Prestação Continuada da Assistência Social (BCP), do INSS caracterizada pelas espécies: 87-Amparo Assistencial ao Portador de Deficiência: ou 88-Amparo Assistencial ao Idoso conforme disposto nos artigos 20 e 21 da Lei 8742 de 1993
  • Inscritas no CadÚnico com renda mensal de até três salários mínimos,com pessoa portadora de doença ou patologia em que o tratamento ou procedimento medico exija o uso continuado de equipamentos que funcionem com energia elétrica.

 

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Energia mais barata!

Como solicitar o beneficio na Enel?

Sua família pode solicitar o cadastro na Central de Atendimento 0800 72 72 120 ou na rede de concessionárias, que atende de segunda a sexta-feira das 8h30 às 16h30, observando que tal solicitação será avaliada. A efetivação será informada através de mensagem em fatura,ou não efetivação do cadastro na Tarifa Social será informada ao cliente através de correspondência.Portanto,mantenha seus dados cadastrais atualizados.

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Dados a serem informados:

  1. Nome completo
  2. CPF e Carteira de Identidade, ou documento com foto.
  3. Informar se a família é indígena ou quilombola
  4. Numero de Identificação Social-NIS ou, BPC numero-NB.

 

 

 

Veja onde localizar o Número de Identificação Social-NIS,caso já possua a inscrição no cadastro único:

-no cartão cidadão;

-No cartão Bolsa Família;

-Na carteira de trabalho (PIS)

Ou pelo site: https://aplicações.mds.gov.br/sagi/consulta­

 

Importante:

A falta de atualização dos dados cadastrais, por mais de 2 anos,junto ao CRAS,implicara na perda do beneficio da Tarifa Social de Energia Elétrica.

Cada família tem direito a receber o beneficio em apenas uma unidade consumidora. Caso exista duplicidade no recebimento, o beneficio será suspenso em todas as residências cadastradas. Para voltar a receber o beneficio, o consumidor deverá fazer uma nova solicitação a optar por uma das unidades consumidoras.

Caso receba uma mensagem em sua fatura solicitando a atualização do seu cadastro fique atento para continuidade do desconto na tarifa de energia elétrica, os consumidores que receberem comunicado,deverão realizar atualização dos dados do Cadastro Único no CRAS- Centro de Referencia de Assistência Social

Energia mais barata!

 

Referencia: ENEL : WWW.eneldistribuição.com.br

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07 de abril – Dia Mundial da Saúde

07 de abril – Dia Mundial da Saúde

A data comemorativa  foi criada com a finalidade de conscientizar a população sobre aspectos envolvidos com a saúde de um individuo.

O Dia Mundial da Saúde é comemorado em 07 de abril porque essa data coincide com a data de criação da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1948. O objetivo dessa comemoração é conscientizar a população a respeito da importância de manter o corpo e a mente saudáveis e também falar de alguns problemas de saúde que atingem a população mundial, alertando sobre os riscos e ensinando sobre prevenção.

A cada ano um tema relacionado com a saúde é escolhido e abordado ao redor do mundo por meio de campanhas de conscientização. Em 2015, por exemplo, o tema escolhido pela OMS foi “Segurança alimentar, do campo à mesa”, um tema que enfoca a necessidade de todos terem acesso a alimentos de qualidade, em quantidade adequada e de modo permanente.

Outros temas já trabalhados no Dia Mundial da Saúde foram doenças transmitidas por vetores (2014), hipertensão (2013),envelhecimento saudável(2012)etc. Em 2016,o tema abordado foi diabetes, uma doença que apresenta grande crescimento na população mundial,principalmente em países de baixa e media renda.Em 2017 foi a depressão,um transtorno que afeta pessoas de todas idades.

 

Segundo a OMS, o que é saúde?

Segundo a OMS, saúde pode ser definida como “um estado de completo bem estar físico, mental e social, e não consiste apenas na ausência de doença ou de enfermidade” isso quer dizer que uma pessoal saudável não é apenas aquela que não apresenta doença, mas, sim, aquela que esta bem consigo mesma e também apresenta uma boa relação com a sociedade.

 

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07 de abril – Dia Mundial da Saúde

 

Constituição Federal de 1988 e a saúde

Independente se saúde diz respeito à ausência de doença ou a um estado de completo bem estar, ter saúde é um direito de todo cidadão, e o Estado deve garantir que todos tenham acesso a serviços de promoção, prevenção e recuperação da saúde.

Segundo o Art. 196 da Constituição Federal de 1988,” a saúde é direito de todos e dever do Estado,garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos a ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção,proteção e recuperação”

Vale lembrar que garantir a saúde não é apenas investir em hospitais e oferecer medicamentos para os doentes. Investir em saúde é garantir saneamento básico para todos, é levar educação de qualidade para que todos possam estar informados a respeito dos riscos de determinadas ações e a forma de prevenir doenças, é garantir alimentação de qualidade e, principalmente, promover qualidade de vida.

 

OMS define 10 prioridades de saúde para 2019

A OMS tem metas ambiciosas para 2019. Entre os objetivos da agencia da ONU, esta a ampliação do acesso e da cobertura de saúde para atender a 1 bilhão a mais de pessoas na comparação com números atuais.

A instituição também quer garantir que 1 bilhão de indivíduos estejam protegidos de emergências de saúde.Para tirar essas resoluções do papel, a OMS estipulou dez prioridades para este ano.

A lista inclui o combate à poluição ambiental e às mudanças climáticas, infecções transmissíveis como o ebola, a dengue, a gripe e o HIV, doenças crônicas, relutância em vacinar e outros desafios de saúde publica.

 

Quer saber um pouco mais?
http://www.blog.saude.gov.br/index.php/53292-saude-universal-e-o-tema-do-dia-mundial-da-saude-deste-ano

http://portalms.saude.gov.br/

Tarifa Branca de Energia

Tarifa Branca de Energia

Tarifa Branca de Energia

Em vigor desde o dia 1º de janeiro, a tarifa branca pode representar uma economia na conta de luz para os consumidores disciplinados e atentos aos horários e dias em que a energia custa mais barato.

A Agencia Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) alerta que a conta poderá ficar mais cara para aqueles que aderirem à nova tarifa, porem continuarem a usar chuveiro elétrico, ar-condicionado, ferro de passar e maquina de lavar roupa nos horários de pico – quando hà mais consumo de energia e custo maior.

A tarifa branca é uma modalidade em que os valores cobrados variam em função da hora e do dia da semana em que a energia foi consumida. Nos horários de pico, a energia é mais cara. Nos horários de baixo consumo, é mais barata.

De acordo com a ANEEL, não há uma formula nacional de horários e dias em que a energia custa mais barato. Cabe a cada uma das 69 concessionárias de energia elétrica definir os valores a serem cobrados dos clientes que aderirem à tarifa branca.

A tarifa branca entrou em vigor para unidades que tenham uma media de consumo mensal entre 250 kWh e 500 kWh. A ANEEL informa que 15,9milhões de unidades consumidoras tem esse perfil o que corresponde a 19,1% do total. A media do cosumo residencial brasileiro é de 160 kWh por mês.

Os dados sobre consumo podem ser verificados na conta de luz.

#Para media de consumo mensal superior a 500 kWh já estava valendo

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CONSUMO CONSCIENTE – ENERGIA ELÉTRICA

CRESCEU A GERAÇÃO DE ENERGIA EÓLICA

 

Tarifa Branca de Energia

 

Como Aderir?

Para aderir à tarifa branca, é necessário comunicar à concessionária local, que terá prazo de 30 dias para instalar, gratuitamente, o aparelho que mede o consumo nas diferentes faixas de horário.

Como a tarifa branca vai funcionar?

Até 2018, não fazia diferença na conta de luz se você usasse mais energia na parte da manhã ou da noite, na segunda ou no sábado. O preço era sempre o mesmo. Contudo com a tarifa branca, o valor varia dependendo do horário e do dia da semana.

Nos dias úteis, há três faixas de consumo, que mudam de acordo com a região: horário de pico, intermediário e fora do pico.

Em São Paulo, por exemplo:

  • pico é das 17h30 às 20h30
  • intermediário das 16h30 às 17h30 e das 20h30às 21h30
  • demais horários são considerados fora do pico.

Aos finais de semana e feriados nacionais, é horário fora de pico.

As concessionárias devem informar aos consumidores quais são as suas faixas de consumo

Será que vale a pena?

A resposta vai depender dos hábitos de consumo de cada consumidor. Se uma família utiliza mais energia no período da manhã e da tarde, por exemplo, a tarifa branca pode ser uma boa alternativa, pois não coincide com o horário de pico da região.

Algumas concessionárias disponibilizam em seus sites simuladores para que os consumidores confiram se a tarifa é benéfica. Alem disso, os usuários podem fazer testes para verificar se o sistema vale a pena.

O consumidor deve levar em conta também se ,em casa tem muitos aparelhos ligados 24 horas por dia-caso de geladeiras,freezers ou equipamento de segurança eletrônico,por exemplo.Cuidado especial com aparelhos de ar-condicionado e chuveiro elétrico.

Vale ressaltar que a conta pode subir bastante, se o consumo não for gerenciado.

Tarifa Branca de Energia

Duvidas: http://www.aneel.gov.br

Energia eólica

Energia eólica

*Energia eólica é a transformação da energia do vento em energia útil, tal como na utilização de aerogeradores para produzir eletricidade, moinhos de vento para produzir energia mecânica ou velas para impulsionar veleiros. A energia eólica é renovável, esta permanentemente disponível, pode ser produzida em qualquer região, é limpa, não produz gases de efeito estufa durante a sua produção.

A energia eólica tem sido aproveitada desde a antiguidade para mover os barcos impulsionados por velas ou para fazer funcionar a engrenagem de moinhos, ao mover suas pás. Nos moinhos de vento a energia eólica era transformada em energia mecânica, utilizada na moagem de grãos ou para bombear água. Os moinhos foram usados para fabricação de farinhas e ainda para drenagem de canais, sobretudo nos Países Baixos.

 

Energia elétrica

Em 1975 o departamento de Energia dos Estados Unidos financiou um projeto de desenvolvimento de turbinas eólicas, gerido pela NASA, com a finalidade de serem incorporadas na rede de distribuição de energia. Estas turbinas experimentais abriram o caminho para grande parte da tecnologia que é hoje usada. Desde então, as turbinas tem aumentado significamente de tamanho, sendo as maiores capazes de produzir 7,5 MW. A potencia da turbina é medida em quilowatts (kW) ou megawatts(MW),enquanto que a energia produzida é medida em quilowatts-hora(kWh) e respectivos múltiplos.

Na atualidade utiliza-se a energia eólica para mover aerogeradores – grandes turbinas colocadas em lugares com muito vento. Essas turbinas têm a forma de um catavento ou moinho que produz com o movimento da hélice um campo magnético na turbina. Esse movimento, através de um gerador, produz energia elétrica..Precisam agrupar-se em parques eólicos,concentrações de aerogeradores,necessários para que a produção de energia se torne rentável,mas podem ser usados isoladamente,para alimentar localidades remotas e distantes da rede de transmissão.

A energia eólica pode ser considerada uma das mais promissoras fontes naturais de energia, principalmente porque é renovável, ou seja, não se esgota, limpa, amplamente distribuída globalmente e , se utilizada para substituir fontes de combustível fosseis,auxilia na redução do efeito estufa.

A tecnologia de instalação da geração eólica pode ser onshore (em terra) ou offshore(marítima),na tecnologia offshore o custo de instalação é mais elevado comparado com onshore,contudo na offshore o potencial de geração é maior.

O sistema de geração de energia elétrica pode ser on-grid(interligado à rede)ou off-grid(isolado da rede).No sistema on-grid a geração de energia é interligada à rede elétrica do Sistema Interligado Nacional(SIN) o qual é mais utilizado comercialmente.

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Mercado Livre de Energia Elétrica

Biomassa é uma energia limpa?

 

Energia eólica

Mercado Livre de Energia

Para um projeto de crescimento sustentável, entre muitas ações, uma prioridade é a diminuição da emissão de gases do efeito estufa. Para isso o Brasil tem de investir na diversificação de sua matriz energética e incluir fortemente fontes de energia renovável e limpa.

Uma grande ferramenta é o Mercado Livre de Energia, que tem como principal vantagem, a possibilidade do consumidor escolher, entre os diversos tipos de contrato, aquele que melhor atenda às suas necessidades.

Também incentiva os geradores de energia, alem dos serviços públicos.

  • Produtores independentes
  • autoprodutores

Os consumidores especiais que possuem demanda contratada igual ou maior que 500kW e menor que 3000kW,independente do nível de tensão,podem contratar energia proveniente apenas de usinas eólicas,solares,a biomassa,pequenas centrais hidrelétricas ou hidráulica de empreendimentos com potencia inferior ou igual a 50.000kW,as chamadas fontes especiais de energia.

O consumidor especial só pode adquirir energia incentivada (eólica, biomassa, fotovoltaica e PCH),que é mais cara mas tem subsidio na tarifa de uso do fio,transmissão e distribuição.

Câmara de Comercialização de Energia Elétrica-CCEE

Atua como instituição responsável por oferecer uma estrutura que envolve aspectos regulatórios, operacionais e tecnológicos para viabilizar as operações de compra e venda de energia em todo o Sistema Interligado Nacional-SIN

Fontes: Wikipédia- colocar desenho da turbina
http://www.educacional.com.br/recursos/enem/renovaveis/eolica.html

CEBDS reúne empresários para debater desafios de sustentabilidade

CEBDS reúne empresários para debater desafios de sustentabilidade.
A necessidade de implementação de um mercado de carbono e a urgência do melhor uso e tratamento dos recursos hídricos são,atualmente,alguns dos principais desafios que o Brasil enfrenta para alcançar um modelo sustentável de crescimento nos próximos anos.Essas foram algumas das principais conclusões entre os participantes do Congresso Sustentável 2018,realizado em 11 de setembro pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) no Teatro Santander,em São Paulo.

Durante o evento, que reuniu a alta liderança de grandes empresas brasileiras-responsaveis por gerar mais de 1 milhão de postos de trabalho no pais em diversos segmentos-foi apresentada a Agenda CEBDS por um País Sustentável.O documento,contem 10 propostas elaboradas pelos CEOs das empresas associadas à organização.

*Aumento de fontes renováveis nas matrizes energéticas, segurança hídrica, expansão do saneamento básico, soluções para transição a uma economia de baixo carbono, mecanismos financeiros de estimulo a praticas sustentáveis e equidade de gênero no mercado de trabalho são alguns dos temas abordados.

 

Mercado de Carbono

A adoção de um modelo de mercado de carbono como instrumento eficiente para estimulo à redução de emissões foi um dos consensos entre os empresários participantes do congresso. A falta de um engajamento maior do setor publico para a implementação desse mecanismo de precificação de carbono, contudo, foi mencionada como um obstáculo a ser superado.

“Somos a favor da precificação de carbono, e entendemos que a melhor forma de fazer isso é olharmos para o credito de carbono como uma solução que movimenta a economia. O CEBDS tem liderado essa discussão para que metas de intensidade e previsibilidade para o investimento sejam reguladas e mensuradas” disse André Lopes de Araujo, presidente da Shell Brasil.

CEBDS reúne empresários para debater desafios de sustentabilidade

 

Saneamento

O presidente do Santander Brasil, Sergio Rial, destacou o alto engajamento da sociedade durante as eleições deste ano, que propicia conscientização da população sobre o seu papel no processo de transformação. O executivo destacou, contudo, que o Estado precisa estabelecer condições básicas para garantir a segurança dos investimentos a serem feitos pelo setor privado.

“Por que o setor elétrico cresce? Porque existe um arcabouço confiável e claro e, assim, as empresas vêm investir com retorno aceitável. Por que a questão financeira é conturbada quando se trata do saneamento? Porque esse problema não esta na tela da televisão, mas temos milhões de brasileiros sem água e esgoto”, disse Rial. ”É impossível investir no setor tendo que negociar com 5.600 municípios brasileiros. O Estado não provê algo fundamental, que é saneamento básico”.

As falhas nos sistemas existentes de tratamento de água foram colocadas pela presidente da BRK Ambiental, Teresa Vernaglia. Ela lembrou que são despejados em rios, mananciais e córregos o equivalente a seis mil piscinas olímpicas de esgoto bruto em todo o País, enquanto 27% dos reservatórios monitorados pela Agencia Nacional de Águas (ANA) estão secos.

“A gente não tem esse assunto na agenda política. A considerar a evolução que tivemos na água nos últimos 10 anos, vamos ter em 2050 uma grande frota de carros elétricos andando em ruas com esgoto a céu aberto.” Essa é a dicotomia entre tecnologia avançada em energia e agronegócio, com o qual ainda perdemos 37% de toda a água que captamos”,comparou a executiva.

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Energia Renovável

O presidente da Vestas Brasil & Cone Sul, Rogerio Zampronha, observou que a energia eólica já representa 9% da matriz energética brasileira.” No ano passado, o volume de emissões de carbono que deixou de ocorrer por causa da fonte eólica é o mesmo que teria se deixassem de circular 16 milhões de veículos, o que equivale a 85% da frota hoje no estado de São Paulo”

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O diretor de Relações Institucionais da Federação de Bancos (FEBRABAN), Mario Sergio Vasconcelos, apresentou um estudo de viabilidade de financiamento para projetos de energia solar fotovoltaica, realizado em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica.” A FEBRABAN vem buscando os caminhos possíveis para uma economia de baixo carbono, e temos avançado nos últimos quatro anos. Cerca de 27% dos empréstimos do setor já são destinados a investimentos de baixo carbono”

Para Andre Clark, CEO da Siemens, o Brasil caminha para um powerhouse de geração de energia.” A transição energética passa por três coisas:tecnologia,mudanças climáticas e mercado consumidor. O Brasil foi protagonista em estabelecer marcos,e estamos no centro dessas mudanças.Estados Unidos,China e Europa fazem a transição por causa do carvão. Nós fazemos pelo uso da terra e da água”,compara.

O Sustentável 2018 foi patrocinado pelo Santander, Itaú, Braskem, Philip Morris do Brasil, Instituto Clima e Sociedade e Instituto Arapyaú, e contou com apoio da Nespresso e Filtros Europa. O evento teve suas emissões de carbono compensadas, através de compra de creditos de carbono ou plantio de arvores, em parceria com a Neutralize Carbono.

Reciclagem do plastico, perigo eminente?

Reciclagem do plastico, perigo eminente? O mundo produziu 8,3 bi de toneladas em 65 anos e reciclou só 9%.

Reciclagem do plastico, perigo eminente

Os dados do titulo acima são de uma pesquisa publicada pela Science Advances,em 2017.

São fabricadas quase 20 mil garrafas de plástico a cada segundo. Por ano são mais de 100 bilhões de garrafas de plástico descartáveis!

Segundo a Science Advances, o numero de garrafas compradas vai pular mais 20% até 2021, criando uma crise ambiental que alguns ativistas preveem tão grave quanto a mudança climática.

São dois tipos diferentes de plásticos:

-Os termorrígidos ou termofixos e os termoplásticos.

  1. Termorrígido ou termofixo:
    Segundo a UNICAMP “os plásticos termofixos são aqueles que não se fundem e uma vez moldados e endurecidos, não oferecem condições para reciclagem. É o caso das telhas transparentes, do revestimento do telefone, do material do orelhão e de inúmeras peças utilizadas na mecânica e especificamente na indústria automobilística”. Este tipo representa cerca de 20% do total consumido no Brasil.
  2. Termoplásticos:
    São aqueles que amolecem ao serem aquecidos, podendo ser moldados. Uma vez resfriados endurecem e tomam determinada forma. Como o processo pode ser repetido varias vezes, esses plásticos são recicláveis podendo ser reaproveitados.

Mas, mesmo assim, há limitações o termoplástico reciclado não pode ser empregado em embalagens de alimentos, a fim de se evitar contaminações provenientes de tintas e produtos tóxicos.

 

As sete espécies de termoplásticos, segundo a UNICAMP

  1. Polietileno Tereftalato-PET, utilizado em frascos de refrigerantes, de produtos de limpeza e farmacêuticos, etc..
  2. Polietileno de Alta Densidade-PEAD,utilizado na confecção de engradados para bebidas,garrafas de álcool e de produtos químicos,bombonas,tambores,tubos para líquidos e gás,tanques de combustível,etc..
  3. PVC-Cloreto de polivinila-V, utilizados em frascos de água mineral, em tubos e conexões para água, em calçados, encapa mentos de cabos elétricos, equipamentos medico-cirurgicos, lonas, etc..
  4. Polietileno de Baixa Densidade-PEBD, empregado nas embalagens de alimentos, sacos industriais, sacos para lixo, filmes flexíveis, etc..
  5. Polipropileno-PP,empregado em embalagens de massas alimentícias e biscoitos,potes de margarina,seringas descartáveis,fibras e fios têxteis,autopeças,etc..
  6. Poliestireno-OS,usado em copos descartáveis,placas isolantes,aparelhos de som e de TV,embalagens alimentícias,revestimentos de geladeiras,etc..
  7. Outros, são as resinas plásticas não indicadas até aqui e são utilizadas em plásticos na engenharia, corpo de computadores e em outras utilidades especiais.

 

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Reciclagem do plástico no Brasil

A taxa de reciclagem mais provável, em torno de 20%.

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PERIGO!

O plástico é um dos materiais mais poluentes e com menor taxa de degradação no meio natural. (estimativas indicam 500 anos para ele se desfazer)

O plástico esta entupindo os oceanos, inviabilizado a vida marinha, cuja cadeia de alimentação já foi atingida pelo material; e voltando-se contra o ser humano que consome peixes e frutos do mar e ,junto com eles, o plástico que nós mesmos produzimos e descartamos de forma errada.

O consumo no Brasil chega, em estimativa, a 10 kg por ano/pessoa

 

Um modelo, uma solução!

ECONOMIA CIRCULAR

A economia circular é um conceito econômico que faz parte do desenvolvimento sustentável e de conceitos econômicos inspirados nomeadamente em noções de permacultura econômica, de economia verde, de economia de uso ou da economia de funcionalidade, da economia de desempenho e da ecologia industrial, e que emerge como alternativa a economia linear. O que se propõe é que resíduos de uma indústria sirva para matéria-prima reciclada de outra industria ou para a própria.Não só isso,como,pretenda desenvolver produtos tendo em mente um reaproveitamento que mantenha os materiais no ciclo produtivo.

Aplicação na reciclagem de plásticos

Cinco elos:

-Fontes de consumo

População usa o plástico que advém de embalagens

-Recicladores

Cooperativas e poder publico fazem a coleta deste material

-Agentes transformadores

Empresas que detém a tecnologia da reciclagem transformam o plástico consumido em material reciclado

-Empresas

Marcas reinserem na cadeia de consumo o plástico reciclado

-Consumidor final

População volta a consumir o material reinserido na cadeia.

 

POLITICA NACIONAL DE RESIDOS SOLIDOS

O fim dos lixões nos municípios, e outro problema que dificulta o desenvolvimento da indústria de reciclados no Brasil.

-A construção dos aterros sanitários facilita a reciclagem do produto descartado.

Muitas prefeituras não se adaptaram á lei que previa o descarte de todo o lixo do país em aterros sanitários até 2014. O Senado prorrogou o prazo de adaptação. Os municípios passaram a ter de 2018 a 2021 para se adequarem à lei, de acordo com o seu tamanho.

Fonte: marsemfim.com.br/reciclagem-do-plastico