Cidade Inteligente

Cidade Inteligente

Crescimento Sustentável

Uma cidade inteligente (CI) é, acima de tudo uma área urbana que usa tipos diferentes de sensores eletrônicos da Internet das Coisas (IoT)para coletar dados e usá-los para gerenciar recursos e ativos eficientemente.

Ou seja, esses dispositivos são processados e analisados para monitorar e gerenciar sistemas de trafego e transporte, usinas de energia, redes de abastecimento de água, gerenciamento de saneamento básico, detecção de crimes, sistemas de informação, escolas, livrarias, hospitais, shoppings e diversos outros serviços para a comunidade.

Cidade Inteligente

Acima de tudo, o conceito de Cidade Inteligente integra a tecnologia da informação e comunicação (TIC), vários dispositivos físicos conectados à rede IoT para otimizar a eficiência das operações e serviços da cidade e conectar-se aos cidadãos.

A tecnologia da cidade inteligente permite que as autoridades da cidade interajam diretamente com a infraestrutura da comunidade e da cidade, podendo por exemplo, monitorar o que está acontecendo na cidade e como a cidade está evoluindo.

As tecnologias de informação e comunicação são usadas para melhorar a qualidade, desempenho e interatividade dos serviços urbanos, da mesma forma,  reduzir custos e consumo de recursos e aumentar o contato entre cidadãos e governo.

As cidades inteligentes podem ajudar tanto o poder público a reconhecer problemas em tempo real, quanto o cidadão a produzir informações, certamente, auxiliando a mapear, discutir e enfrentar essas dificuldades.

Uma CI pode, portanto, estar mais preparada para responder a desafios do que uma cidade com um simples relacionamento “passivo” com seus cidadãos.

*No entanto, o termo continua pouco claro para suas especificidades e, portanto, aberto a muitas interpretações.

Cidades pós-pandemia: incentivo a tecnologia

As principais mudanças tecnológicas, econômicas e ambientais geraram interesse em cidades inteligentes, além disso, mudança climática, reestruturação econômica, mudança para consumo por varejo e entretenimento on-line, populações envelhecidas, crescimento da população urbana e pressões nas finanças publicas.

Cidade Inteligente

Uma Cidade Inteligente usa Tecnologias da Informação e Comunicação para:

  1. Fazer uso eficiente de estrutura física da cidade: ruas, estradas, ambiente urbano, escolas, unidades de saúde, praças, IoT através da Inteligência Artificial, Big Data e Analise de Dados, para, por fim, retornar benefícios no desenvolvimento econômico, social e cultural
  2. Envolver-se efetivamente com a população local na governança e decisão local, usando processos abertos de inovação e participação eletrônica, então, melhorando a inteligência coletiva dos órgãos da cidade por meio da governança eletrônica, com ênfase na participação popular e cooperação do cidadão no desenvolvimento da cidade.
  3. Inteligência de Instrumentação: onde a infraestrutura da cidade é aperfeiçoada por meio da coleta de dados em tempo real, com analise e modelagem preditiva nos bairros da cidade, através da Inteligência Artificial.

Cidade Inteligente

Isso é implementado através de:

-uma infraestrutura de IP comum, aberta a pesquisadores para desenvolver aplicativos.

-sensores, medidores e dispositivos wireless transmitindo informações ao vivo

-varias residências recebem medidores inteligentes de energia para analisar o cosumo e reduzir o uso de energia

-compactadores de lixo movidos a energia solar, estações de carregamento de automóveis elétricos e lâmpadas que gastam menos energia

Alguns dos campos importantes a serem observados na consideração de uma Cidade Inteligente:

– Inovação em indústrias, bairros e distritos da cidade

-Mão de obra qualificada com educação e emprego para todos

-Qualidade do transporte público urbano

-Rede elétrica inteligente

-Proteção ambiental

-Qualidade de serviços de saúde

-Segurança publica

-Serviços administrativos públicos para a população

-Democracia participativa e direta

-Qualidade de vida populacional

Uma Cidade Inteligente

 

Fontes: www.comprasustentavel.com.br

www.wikipedia.org

Como economizar energia desconectando!

Pode não parecer, mas mesmo “desligado” seus aparelhos eletrônicos continuam a gastar energia, ou seja, hoje vamos ver Como economizar energia desconectando!

Esse gasto invisível é chamado de “energia fantasma”, contudo, ela é bem real.

Uma família americana por exemplo, gasta mais de US $ 100 a cada ano em aparelhos que não são desligados.

A energia fantasma responde por mais de 100 bilhões de kWh e mais de US $ 10 bilhões em custos de energia a cada ano, de acordo com o site Energy Star.

Em uma residência brasileira com consumo médio de 300 kWh, os equipamentos no modo “espera” podem ser responsáveis pelo consumo de cerca de R$ 27,00/mês, ou seja, R$ 324,00 por ano.

É claro que existem aparelhos que não podem ser desconectados, com geladeiras, rádio relógios ou até mesmo roteadores.

Como economizar energia desconectando!

Uma boa dica é sempre procurar produtos com o selo Procel, além de sempre os desligar da tomada.

Como economizar energia desconectando
Foto:procel.com.br

Outra boa atitude é comprar réguas de energia, e assim, ligar uma série de aparelhos relacionados.

Podemos ligar na mesma régua por exemplo, um computador, a impressora e um scaner, facilitando de desligarmos todos juntos.

A maioria das réguas de energia não usa eletricidade quando são desligadas, assim, reduzindo o consumo de energia a zero para todos os aparelhos conectados a ela.

Você pode não ficar rico tomando essas atitudes, mas com certeza, se todos nós fizermos, o resultado vai ser visível.

Temos que aprender que muitos dos conceitos de sustentabilidade, podem parecer insignificantes quando vistos no âmbito pessoal, porém, quando agimos em coletivo as coisas mudam de verdade.

A busca por fontes de energia sustentável e a conscientização da população, certamente, nos garantirá muitos anos a mais na Terra.

Esperamos que tenham gostado da matéria, e quarta-feira que vem voltamos com mais sustentabilidade para sua quarentena.

Recolhimento do Lixo Eletrônico

Recolhimento do Lixo Eletrônico

Decreto altera regras para recolhimento de lixo
eletrônico.

Foi publicado esta semana (15 de fevereiro de 20) o Decreto 10.240/2020, que estabelece as regras para a implementação do sistema de logística reversa para os produtos eletrônicos, portanto, sem desculpas.

O texto regulamenta o mecanismo previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada em 2010, para que os fabricantes e importadores desses itens se responsabilizem pelo descarte no meio ambiente.

Pelo decreto, as empresas podem se associar e criar entidades gestoras que vão fazer o trabalho de divulgação e operação do sistema de logística reversa.

Cada companhia vai participar do financiamento na mesma proporção do tamanho dela no mercado, ou seja, quem suja mais contribui mais.

Há a possibilidade ainda das empresas criarem seus mecanismos de coleta de produtos de forma individual.

O decreto estipula que a constituição das entidades que vão fazer a gestão da logística reversa seja feita ainda este ano, até o dia 31 de dezembro.

Assim a partir de 2021, devem começar a serem instalados os pontos de coleta e a divulgação do sistema aos consumidores.

O sistema deve ser implantado até 2025,nos 400 maiores municípios do pais, entretanto, cronograma é gradativo.Em 2021,primeiro ano de funcionamento deve ser atendidas 24 cidades e absorvido 1% do lixo eletrônico.

São Paulo é o estado que devera ter maior participação, com oito dessas localidades, no primeiro ano, e 95 ao fim do calendário de consolidação.

A estimativa é que em cinco anos, 17% dos aparelhos sejam recolhidos.

As cidades deverão ter no mínimo, um ponto para cada 25 mil habitantes.

A previsão é que em 2025 existam cerca de 5 mil pontos de coleta no pais.Esses locais vão receber gratuitamente os aparelhos para serem descartados.

Leia também:

Recolhimento do Lixo Eletrônico

O que é lixo eletrônico?

Recolhimento do Lixo Eletrônico

O lixo eletrônico, também conhecido como e-lixo, é composto por produtos que não tem mais valor por falta de utilização,substituição
ou quebra. A categoria inclui “produtos da linha branca”, como refrigeradores, maquinas de lavar e micro-ondas, alem de aparelhos
eletrônicos como televisores, computadores, telefones celulares, tabletes, drones,assim como pilhas,baterias, cartuchos e toners.
O destino dos resíduos virou um desafio planetário. O Brasil é detentor do titulo de sétimo maior produtor de lixo eletrônico do mundo, ficando atrás de China, Estados Unidos, Japão, Índia, Alemanha e Reino Unido.

SOLUÇÃO

O governo brasileiro criou, em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Segundo a lei, os fabricantes, distribuidores, comerciantes, consumidores e os titulares dos serviços públicos de limpeza devem tomar medidas para minimizar o volume de resíduos gerados e instituir uma cadeia de recolhimento e destinação ambientalmente adequada pós-consumo.

LOGÍSTICA REVERSA

O descarte de resíduos eletrônicos passou a ser um dos principais desafios ambientais enfrentados pelas empresas de tecnologia, por isso algumas marcas criaram formas de implementar a logística reversa.A proposta é diminuir o impacto do e-lixo ao realizar a analise e o desmonte desses resíduos.A fabricante ficaria responsável por separar os componentes,alem de garantir a destinação adequada de cada um deles,seja ao envia-los para a reciclagem,ao utiliza-los em novos produtos ou ao encaminha-los para aterros especiais.

Fontes:

www.comprasustentavel.com.br
www.conjur.com.br

Lixo Eletrônico

Lixo Eletrônico

O que é lixo eletrônico?

Lixo Eletrônico

O lixo eletrônico, também conhecido como e-lixo, é composto por produtos que não tem mais valor, ou seja, por falta de utilização, substituição ou quebra.

A categoria inclui “produtos da linha branca”, como refrigeradores, maquinas de lavar e micro-ondas, alem de aparelhos eletrônicos como televisores, computadores, telefones celulares, tabletes, drones,assim como pilhas,baterias, cartuchos e toners.

O destino dos resíduos virou um desafio planetário. O Brasil é detentor do titulo de sétimo maior produtor de lixo eletrônico do mundo, contudo, ficando atrás de China, Estados Unidos, Japão, Índia, Alemanha e Reino Unido,

Curiosidade:

Lixo plástico, por exemplo, estão entre os maiores produtores de lixo plástico do mundo o Brasil  em 4ºlugar atrás de Estados Unidos, China e Índia. O país lidera o ranking dos que menos reciclam entre os dez maiores poluidores.

 

PERIGOS:

Os aparelhos devem ser reciclados de forma cuidadosa por pessoas especializadas, caso contrario, o risco de contaminação para o meio ambiente e perigo à saúde humana são altos.

Países em desenvolvimento como a Índia e a China, quarto e primeiro lugar na produção de lixo no mundo, apresentaram um crescente corpo de evidencias epidemiológicas e clinicas, portanto, ligando o alerta vermelho a ameaça do lixo eletrônico.

No Brasil, um exemplo recente foi o caso de uma empresa fabricante de baterias industriais e de automóveis que tinha chumbo como um dos principais componentes da fabricação dos produtos.

O processo inadequado de desmonte e reciclagem da bateria causou a poluição do solo na sede da empresa.

A exposição humana a esses metais pesados,com o tempo,pode causar doenças cardiovasculares,hepáticas e do sistema nervoso.

Os cartuchos de toners de impressora também contem um pó, que, ao entrar em contato com o fogo, libera gás metano. Alem de agredir o meio ambiente, o componente também pode causar problemas respiratórios.

O descarte incorreto da tinta proveniente desses cartuchos pode contaminar, por exemplo, o solo e lençol freático, o que deixa o terreno inapropriado para uso e a água para consumo.

SOLUÇÃO:

O governo brasileiro criou, em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, contudo, segundo a lei, os fabricantes, distribuidores, comerciantes, consumidores e os titulares dos serviços públicos de limpeza devem tomar medidas para minimizar o volume de resíduos gerados e instituir uma cadeia de recolhimento e destinação ambientalmente adequada pós-consumo.

Leia também:

Lixo Eletrônico

LOGÍSTICA REVERSA

O descarte de resíduos eletrônicos passou a ser um dos principais desafios ambientais enfrentados pelas empresas de tecnologia, por isso algumas marcas criaram forma de implementar a logística reversa.

A proposta é diminuir o impacto do e-lixo ao realizar a analise e o desmonte desses resíduos.

A fabricante ficaria responsável por separar os componentes,alem de garantir a destinação adequada de cada um deles.

E os CARROS ELÉTRICOS?

Lixo Eletrônico

Quando falamos em troca de baterias, falamos quase que automaticamente no que fazer com células e conjuntos descartados após a vida útil.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, as baterias de íons de lítio de aparelhos eletrônicos e veículos usadas, nem são tratadas no país, ou seja, todas são exportadas para reciclagem.

Isso acontece, em primeiro lugar, por um motivo simples: o Brasil não fabrica baterias de lítio em larga escala, especialmente para eletroeletrônicos, cuja produção se concentra na Ásia.

Por sua vez, a reciclagem se destina a separar metais e outros componentes para serem reutilizados em novas baterias, por isso fica mais barato e fácil mandar para fora, ou seja, de volta à origem.

Mas isso tem um custo e, pior, não nos gera qualquer vantagem econômica.

Lixo Eletrônico

Fontes:

www.comprasustentavel.com.br
www.techtudo.com.br
www.ol.com.br/carros

Embalagens Sustentáveis

Embalagens sustentáveis são aquelas feitas de materiais orgânicos, recicláveis ou biodegradáveis e cuja produção demanda menos energia e recursos naturais.

Outro aspecto importante de se pensar na hora de considerar uma embalagem como sustentável é o seu descarte. É importante que os impactos causados ao meio ambiente na hora do descarte sejam reduzidos para que a embalagem possa se enquadrar nessa categoria.

O uso de embalagens retornáveis representa uma boa maneira de conscientizar a população sobre a importância em preservar os recursos
naturais, que são limitados e já começam a ficar escassos.

EXEMPLOS DE EMBALAGENS SUSTENTÁVEIS

1. Embalagem de Vidro:
As embalagens de vidro são consideradas sustentáveis apesar de utilizarem areia em sua produção. Elas podem ser facilmente
reutilizadas (até mesmo em casa), não liberam substancias toxicas e podem ser recicladas diversas vezes.
A vantagem do vidro em relação às embalagens biodegradáveis (que utilizam matéria-prima vegetal) é que a sua produção não compete espaço com a produção de alimentos.

2. Embalagem de alumínio:
Apesar de dependerem da atividade mineradora, as embalagens de alumino podem ser consideradas sustentáveis, pois são infinitamente recicláveis. Alem disso, o alumínio não é toxico para o organismo.

Embalagens Sustentáveis

3. Embalagem de cogumelo:
As embalagens de cogumelo são feitas a partir de raízes de cogumelo crescidas em folhas mortas, húmus e uma variedade de substancias, que levam a materiais de diferentes texturas, flexibilidade e durabilidade. As desvantagens da embalagem biodegradável de cogumelos são seu elevado custo e o fato de ser potencialmente competitiva com recursos que poderiam ser utilizados para produzir alimentos.

 

 

4. Embalagem de papel reciclado:
As embalagens de papel reciclado também são embalagens sustentáveis. Elas são desenvolvidas principalmente para exercer a função de proteção de utensílios que precisam ser carregados. Os principais benefícios das embalagens de papel reciclado são a potencialização do tempo de vida do produto e a maximização do valor extraído das matérias-primas. Outra vantagem é a energia economizada.

Embalagens Sustentáveis

5. Embalagem de fécula de mandioca:
Elas são compostáveis, biocompatíveis e recicláveis. No entanto, o custo é mais que o dobro do que se paga pelo isopor. E elas só podem ser utilizadas para alimentos secos ou de consumo imediato. Do contrario, em contato com umidade por muito tempo, se desmancham.

 

 

 

6. Embalagem de bagaço de cana-de-açúcar:
Uma jovem curitibana criou embalagens biodegradáveis para substituir o isopor.Sayuri Magnabosco,de apenas 16 anos,utilizou bagaço de cana para fazer um material que se decompõe em apenas um mês.

7. Embalagem de plástico PLA:
O plástico PLA, plástico de poliácido láctico, é um plástico biodegradável que pode ser utilizado como embalagem alimentícia, cosmética, na produção de sacolas, garrafas, canetas, vidros, tampas, talheres, entre outros. No processo de produção do plástico PLA, as bactérias produzem o acido lático por meio do processo de fermentação de vegetais ricos em amido, como a beterraba, o milho e a mandioca. Alem de biodegradáveis, as embalagens feitas de plástico PLA são recicláveis mecânica e quimicamente, biocompativeis e bioabsorviveis. Elas são obtidas de fontes renováveis (vegetais) e ,quando descartadas corretamente,transformam em substâncias inofensivas porque são facilmente degradadas pela água.  A desvantagem do plástico PLA é que o custo de produção da embalagem ainda é elevado, o que torna o produto mais caro que os convencionais.

8. Embalagem de fibra de coco:
As embalagens de fibra de coco foram desenvolvidas principalmente para embalar alimentos. Diferente de alguns tipos de plástico, as embalagens de fibra de coco não são nocivas ao organismo humano. São embalagens sustentáveis, pois não demandam muita tecnologia para serem desenvolvidas,são feitas a partir de matéria prima nacional,podem voltar para a fabrica para serem recicladas e podem ser biodegradadas se colocadas no solo.

Leia também:

Embalagens sustentáveis

Sustentabilidade de verdade

As embalagens são uma necessidade cada vez maior por conta da corrida vida moderna e acabam sendo muito uteis. Mas vale sempre lembrar que o melhor jeito de evitar os danos causados por elas é não usá-las. Principalmente as de plástico, que quando descartadas incorretamente ou quando escapam de aterros por meio de vento e da chuva, por demorarem muito tempo para se decompor,tem seus riscos,como sufocamento de animais,entrada na cadeia alimentar,contaminação por disruptores endócrinos,entre outros aumentados.

SEMPRE DESCARTAR CORRETAMENTE AS EMBALAGENS!

Fontes:

www.comprasustentavel.com.br
www.ecycle.com.br

BENCHMARKING – CRESCER

BENCHMARKING – CRESCER

Crescer com sustentabilidade.

A empresa que se preocupa com a sustentabilidade é aquela que cuida do planeta,se preocupa com a comunidade,com o meio ambiente e é sempre louvável aos olhos do publico.

O que é benchmarking?

BENCHMARKING - CRESCER

O benchmarking é uma das mais relevantes estratégias para aumentar a eficiência e eficácia de uma empresa. Em tradução livre, pode ser traduzido como “ponto de referencia”.
Trata-se de um minucioso processo de pesquisa que permite aos gestores compararem produtos, praticas empresariais, serviços ou metodologias usadas pelos rivais, absorvendo algumas características para alçarem um nível de superioridade gerencial ou operacional.
É importante ressaltar que não se trata de uma simples imitação, mas da capacidade em enxergar as melhores praticas e adequá-las às peculiaridades de sua empresa.
O benchmarking desafia as empresas a pensarem além de suas limitações, a buscarem fatores-chaves que aumentem a sua competitividade.

 

Quais são os tipos de benchmarking?

Benchmarking interno: busca pelas melhores praticas adotadas dentro da própria empresa (filial-modelo,departamentos que desenvolvem metodologias inovadoras)

Benchmarking competitivo: nesse formato, o foco é a analise minuciosa das praticas da concorrência, visando superá-las. É difícil de ser efetuada, tendo em vista que as empresas não costumam “vazar” seus segredos tão facilmente aos rivais.

Benchmarking funcional: nesse caso, o que é comparado é o processo de trabalho entre as organizações, ainda que a comparação esteja sendo feita com organizações de segmentos diferentes.

Benchmarking de cooperação: duas empresas estabelecem uma parceria, compartilhando informações de seus processos. Também ocorre quando uma empresa “modelo” abre as portas de alguns processos para o aprendizado de outra. Isso pode ocorrer quando duas companhias têm distintos pontos de excelência ou quando uma dela permite o conhecimento de outra por razão de prestigio, notoriedade, etc.

 

Quais são as etapas da implementação do benchmarking?

  1. Analise interna: avaliação minuciosa dos processos internos e praticas
  2. Identificar as empresa de “excelência”: pesquisa inicial para conhecer os grandes players do mercado
  3. Definir métodos e estratégias para captura de dados: como o segredo dessas grandes empresas e chegar até a sua organização. Parcerias e convênios podem ser algumas das saídas.
  4. Analise de mercado: conhecer as melhores praticas da concorrência dentro do que precisa ser melhorado.
  5. Identificação de lacunas de desempenho: etapa de comparação, propriamente dita.
  6. Projeção de níveis de desempenho futuro para fechamento das lacunas
  7. Implementação de ações especificas de adaptação
  8. Retroação: reavaliação continua, sempre tomando por base os melhores do momento.
Leia também:

BENCHMARKING – CRESCER

Quais são as vantagens e desvantagens de se fazer benchmarking?

VANTAGENS:
Melhorar o conhecimento que a organização tem de si mesma.
Aprimorar seus processos e praticas para chegar o mais próximo possível da perfeição.
Motivar sua equipe para alcançar objetivos realizáveis, já atingidos por outra empresa.
Ganhar maior conhecimento d o mercado.
Aprender com os campeões.
Buscar redução de custos, aumento na produtividade e ampliação na margem de lucro, etc.

DESVANTAGENS:
Deve-se tomar cuidado para adequar as metodologias e praticas observadas ao contexto da empresa. Somente transpor (copiar) sistemas, pura e simplesmente, com certeza conduzira a empresa a resultados nulos.
Benchmarking interno possui campo de visão limitado. Um eventual excesso de foco na concorrência pode fazer a empresa perder sua própria identidade. Deve-se ter, portanto, o cuidado de adaptar o que for melhor, sem perder suas características mais marcantes.
No Japão, utiliza-se com frequência uma palavra no meio corporativo, chamada “dantotsu”, que significa algo como:
— “lutar para se tornar o melhor”.

Benchmarking é isso:

É encontrar os pontos mais fortes dos melhores do seu segmento, buscando supera-lo no dia a dia. É enxergar as falhas de seus rivais e entender porque elas ocorrem, aprendendo com os erros alheios.
É um profundo processo de inflexão focado na inovação incremental e continua, em todos os ambitos da empresa, com o objetivo de atingir a excelência integral na organização.

 

BENCHMARKING – CRESCER

Fontes: www.endeavor.org.br
www.comprasustentavel.com.br

Hackathon – TCE/USP

Hackathon – TCE/USP

A palavra vem da mistura de duas outras palavras: “hack”, que significa programar com excelência, e “marathon”, de maratona.

 

ODS Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Hackathon - TCE/USP

O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e a Universidade de São Paulo promovem, entre os dias 5 e 19 de outubro, uma maratona de programação voltada ao desenvolvimento de soluções tecnológicas para o acompanhamento da evolução dos Objetivos Sustentáveis no Estado de São Paulo.

Batizado de “DeepHack 2019” o hackathon é organizado pela CodeLab Initiative grupo de extensão universitária criado para incentivar a inovação tecnológica e formado por três unidades da USP:Butantã,São Carlos e Leste.O tema dessa edição será “ Identificando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável,da Agenda 2030 da ONU,a partir de dados do TCESP”

Espaços criados para a experimentação de novos projetos, os hackathons estimulam a criatividade e a resolução de problemas em um curto espaço de tempo.

Durante o desafio, serão analisadas informações do TCESP relacionadas aos objetivos 6 ( água potável e saneamento),11(cidades,e comunidades sustentáveis)e 12 (consumo e produção responsáveis),todos vinculados aos resíduos sólidostema central de estudo do Observatório do Futuro neste ano.

Os ODS fazem parte da chamada Agenda 2030, compromisso global formado por 17 objetivos e 169 metas fundamentados nos três pilares do desenvolvimento sustentável:

  • Crescimento econômico
  • Inclusão Social
  • Proteção ao meio ambiente
Leia também:

Hackathon – TCE/USP

OBSERVATÓRIO DO FUTURO TCE

O Tribunal de Contas e o PNUD (programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, braço da ONU responsável pelos ODS) firmaram, em 2017, um memorando de entendimentos para facilitar a colaboração e a troca de informações entre os dois órgãos.

Fruto dessa parceria, o Observatório do Futuro foi criado para auxiliar o Estado e as Prefeituras na implementação da Agenda 2030 e também para acompanhar a evolução desse processo nos dois níveis de governo.

Para isso, o núcleo de monitoramento do ODS desenvolvera estudos e atividades de capacitação de servidores, colaborando ainda na sistematização e divulgação de dados e de boas praticas. Uma cartilha já foi elaborada para explicar o que são os ODS e como o TCESP pode ajudar Prefeitos e Governo do Estado a aderir ao projeto.

 

O que são os ODS?

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) são o caminho proposto para a efetivação da Agenda 2030. Com 17 objetivos e 169 metas, os ODS estão fundamentados nos três pilares do desenvolvimento sustentável: crescimento econômico, inclusão social e proteção ao meio ambiente.

O cumprimento desta agenda é tarefa extremamente desafiadora. Abrange questões que vão da erradicação da pobreza ao consumo responsável, passando pela igualdade de gênero, saúde pública, educação, pelo combate às mudanças no clima e o fortalecimento das instituições democráticas.

Para o sucesso de um projeto tão ambicioso, é imprescindível que cada país estabeleça estratégias, políticas, planos e programas consistentes com cada uma das metas e que a evolução do processo de implementação seja regularmente monitorada.

O tempo é curto e o desafio, enorme, já que os ODS devem ser cumpridos ate 31 de dezembro de 2030. A hora de nos comprometermos, portanto, é agora.

Hackathon – TCE/USP

Fontes: www.superacessoinfo.com.br

www.internetinnovation.com.br

www.tce.sp.gov.br/observatorio

www.comprasustentavel.com.br

Automação na Agricultura

Automação na Agricultura

Automação e rastreamento na cadeia agro reduzem desperdício

A Empresa Brasileira de Pesquisa e Agropecuária estuda uma forma de tornar a tecnologia de código de barras, QR Codes e etiquetas eletrônicas acessíveis a produtores de todos os portes.

 

Uma das parcerias da Embrapa é com a Associação Brasileira de AutomaçãoGS1 Brasil, que já desenvolveu ações com supermercados para rastrear frutas e verduras.

O objetivo é tornar a agricultura mais sustentável”

Há sistemas assim em certas etapas do cultivo da soja, milho e algodão e da criação de gado, mas não de uma forma totalmente integrada.

Com informações desde a origem, como a de uma semente, por exemplo, é possível mapear o tipo mais adequado a cada região, quando é melhor plantar e sob quais técnicas. Os dados de origem, associados a outros permitem o uso mais racional do solo, da água, dos tratores etc.

A rastreabilidade integral gera uma base de dados para que os produtores melhorem sua gestão financeira, com redução de perdas.

A informação mais qualificada, como peso dos produtos, por exemplo, permite calcular melhor o transporte e reduzir a emissão de CO². Faz diferença não só nos negócios, mas no ambiente, usar 90 em vez de 100 caminhões.

 

 

 

Qual a relação entre a produção agrícola, sustentabilidade e meio ambiente?

A sustentabilidade e meio ambiente tem sido um dos principais enfoques na agricultura nas ultimas décadas. A comunidade de pesquisadores, agricultores, agrônomos e demais profissionais tem buscado incessantemente sistemas de produção agrícola que possam aliar os quatros pilares da sustentabilidade e ao mesmo tempo garantir a boa produtividade e o lucro para o produtor.

Os chamados quatro pilares da sustentabilidade:

.Ecologicamente corretos

.Economicamente viável

.Socialmente justo

.Tecnicamente aplicável

Em um mundo industrializado e competitivo, onde a demanda por alimentos e maiores produções cresce cada vez mais, o cuidado e preocupação com o meio ambiente acaba sendo deixado de lado e o lucro econômico acaba se tornando o único objetivo da produção agrícola. Por esse motivo, muitas praticas como utilização de monoculturas de soja, revolvimentos ocasionais do solo e uso excessivo de pesticida tem se tornado comum na agricultura no Brasil onde o ataque de pragas e doenças é intenso devido ao clima favorável

Leia também:

Automação na Agricultura

O que o setor agrícola tem feito?

Grande parte dos problemas enfrentados na agricultura podem ser controlados através de praticas sustentáveis de produção agrícola como o sistema plantio direto. Sistemas integrados de produção, como integração lavourapecuaria, lavourapecuariafloresta e sistemas de consorcio tem se destacado pela sua eficiência tanto no aumento da lucratividade do produtor como na preservação da sustentabilidade e meio ambiente.

Portanto as ações para tornar a tecnologia de código de barras, QR Codes e etiquetas eletrônicas acessíveis a produtores de todos os portes e de fundamental importância para a produção agrícola sustentável.

 

Exemplos:

Atualmente podese utilizar varias empresas com projetos de automação e rastreamento nas suas produções.

.Reserva Votorantimreflorestamento

.Nestlé produção de leite

.Marfrig proteína animal

.Citrícola Lucato laranja

.Vapza comida embalada

Podemos dizer que sustentabilidade e meio ambiente sempre andam de mãos dadas. A sustentabilidade é basicamente a capacidade que o ser humano possui de usufruir dos recursos naturais presentes no planeta sem comprometêlos para as gerações futuras.

Fontes: seminários folhaagronegócio sustentável

blog.agropro.com.br

comprasustentavel.com.br

 

Automação na Agricultura

 

Embalagens Retornáveis

Embalagens Retornáveis

Embalagens retornáveis são definidas como aquelas que podem retornar para a fabrica com o intuito de serem reutilizadas.

Adotar atitudes que são favoráveis ao meio ambiente envolve diversas ações, desde as menores até as mais complexas. Isso significa que, no dia a dia, é possível fazer a diferença mesmo com gestos simples como assumir uma postura de consumo mais responsável. Por isso, alem de comprar menos e de forma mais inteligente, é importante dar sempre preferência para produtos que possuam embalagens retornáveis ou que podem ser recicladas.

Como o próprio nome indica, as embalagens retornáveis são aquelas que podem retornar para a fabrica para serem reutilizadas. Em geral, as pessoas acham que somente os vasilhames de vidro são retornáveis, mas existem diversas outras possibilidades.

 

LOGÍSTICA REVERSA DE EMBALAGENS

As embalagens retornáveis e o conceito de logística reversa estão totalmente interligados. Afinal, o termo “logística reversa” diz respeito justamente à união de ações e estratégias desenvolvidas pela indústria com o intuito de receber novamente as embalagens ou parte do produto que foi consumido.

 

TIPOS DE EMBALAGENS RETORNÁVEIS

Entre os tipos de embalagens retornáveis mais conhecidas, o vidro ganha um destaque maior, uma vez que grandes marcas têm investido em campanhas e formas de conscientização do publico para aumentar este tipo de relação.

Alem do vidro, podemos citar como exemplo de embalagens retornáveis as caixas de papelão que não entram em contato com alimentos ou substancias tóxica e as embalagens de madeira, de aço, alumínio e plástico.

Apesar de esta ser uma forma extremamente importante de proteção do meio ambiente, já que garante uma maior economia e preservação dos recursos naturais, optar por uma logística reversa de embalagens retornáveis ainda demanda alto custo e planejamento por parte das empresas.

 

Novo exemplo: Garrafa Universal Retornável

A CocaCola Brasil lançou uma versão ainda mais sustentável e eficiente das já conhecidas embalagens retornáveis: a garrafa universal.

Até hoje, cada refrigerante tinha uma garrafa com formato e decorações próprios, alem do rotulo fixo. Ou seja, o consumidor que comprava uma garrafa retornável de Fanta só poderia usala para comprar outra Fanta. Também na fabrica, esta garrafa só poderia ser utilizada para a mesma bebida.

A novidade é que, agora, há apenas uma garrafa, de novo formato, que pode ser envasada com vários sabores de refrigerantes.

#Em um único formato ela são feitas em RefPet plástico retornável

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Embalagens Retornáveis

Como a logística reversa das embalagens retornáveis funciona?

O foco da logística das embalagens retornáveis ainda é relativamente novo, por isso, demanda muito planejamento por parte das empresas e depende da participação do consumidor. Para que as embalagens retornem a fabrica, é preciso que o consumidor opte pela opção retornável e se preocupe em realmente devolvela no ponto de venda ou local indicado.

Alem da devolução, alguns cuidados são necessários para que o ciclo possa se fechar e essas embalagens possam realmente ser reaproveitadas. É preciso mantêlas inteiras e limpas,de preferência sem jogar pedaços de papel,bitucas de cigarro e outros elementos dentro delas.

É preciso também que haja uma parceria com pontos de venda ou locais de convergência. Ou seja: é preciso que existam locais de fácil acesso para as embalagens retornáveis sejam depositadas. Na maioria das vezes, a indústria fecha parcerias com a rede varejista, oferecendo vantagens para o consumidor devolver os vasilhames.

CONCLUSÃO:

Assim, todo mundo desta cadeia sai ganhando: a indústria (que não precisa comprar novos insumos e pode economizar na produção de novas embalagens),o ponto de varejo,que recebe um maior numero de pessoas e ainda consegue efetuar novas vendas,e o consumidor,que consegue descontos ao devolver as embalagens e ainda contribui com a construção de um mundo mais sustentável e menos poluído.

Fontes: www.fragmaq.com.br

www.comprasustentavel.com.br

www.cocacolabrasil.com.br

Hidroeletricidade

Hidroeletricidade

A ENERGIA DA ÁGUA

Representantes de mais de 170 países chegaram a um consenso na Conferencia de Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, em Johanesburgo (2002), e no 3º Fórum Mundial da Água, em Kyoto (2003): toda geração hidrelétrica é renovável e merecedora de apoio internacional.

Hidroeletricidade

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Razões que os levaram a esta conclusão:

1. Hidroeletricidade é uma fonte renovável de energia.

A hidroeletricidade usa a energia da água corrente, sem reduzir sua quantidade. Portanto, todos os empreendimentos hidrelétricos, de pequeno ou grande porte, a fio de água ou de armazenamento, enquadramse no conceito de fonte de energia renovável.

2. Hidroeletricidade viabiliza a utilização de outras fontes.

As usinas hidrelétricas com reservatório de acumulação oferecem flexibilidade operacional incomparável, uma vez que podem responder imediatamente às flutuações da demanda de eletricidade. A flexibilidade e capacidade de armazenamento das usinas hidrelétricas as tornam o meio mais eficiente e econômico para dar suporte ao emprego de fontes intermitentes de energia renovável, como a energia solar ou a energia eólica.

3. Hidroeletricidade promove a segurança energética e preços.

A água dos rios é um recurso domestico e, ao contrario do combustível ou gás natural, não esta sujeita a flutuações de mercado. Alem disso, a hidrelétrica é a única grande fonte renovável de eletricidade e sua relação custobenefício, eficiência, flexibilidade e confiabilidade ajudam a otimizar o uso de usinas térmicas.

4.Hidroeletricidade é para armazenamento de água potável.

Os reservatórios das usinas hidrelétricas coletam a água, que pode então ser usada para consumo ou para irrigação. Ao armazenar água, eles protegem os aquíferos contra o esgotamento e reduzem nossa vulnerabilidade a inundações e secas.

5.Hidroeletricidade aumenta a confiabilidade do sistema elétrico.

A operação dos sistemas elétricos depende de fontes de geração rápidas e flexíveis para atender às demandas de pico, manter os veis de tensão do sistema e restabelecer prontamente o fornecimento após um blecaute. A energia gerada por instalações hidrelétricas pode ser injetada no sistema elétrico mais rapidamente do que a de qualquer outra fonte energética. As capacidades das usinas hidrelétricas de irem do zero à produção máxima, de forma rápida e previsível, as tornam excepcionalmente adequadas para atender ás alterações de consumo e fornecer serviços auxiliares ao sistema elétrico que mantenham o equilíbrio entre a oferta e a demanda de eletricidade.

6.Hidroeletricidade ajuda a combater mudanças climáticas

O ciclo de vida da hidreletricidade produz quantidade muito pequena de gases do efeito estufa (GHGgreenhouse gases). Ao emitir menos GHG que usinas movidas a gás, carvão ou petróleo, a hidreletricidade pode ajudar a retardar o aquecimento global. Embora somente 33% do potencial hidrelétrico disponível tenha sido aproveitado, a hidroeletricidade atualmente evita a emissão de GHG correspondente à queima de 4,4 milhões de barris de petróleo diariamente, em âmbito mundial.

7.Hidroeletricidade melhora o ar que respiramos

As usinas hidrelétricas não produzem poluentes do ar. Muito frequentemente,elas substituem a geração a partir de combustíveis fosseis,reduzindo assim a chuva acida e a fumaça. Alem disso, os empreendimentos hidrelétricos não geram subprodutos tóxicos.

8.Hidroeletricidade contribui significamente para o desenvolvimento

As instalações hidrelétricas trazem eletricidade, estradas, indústria e comercio para as comunidades, desenvolvendo assim a economia, ampliando o acesso à saúde e à educação, melhorando a qualidade de vida. A hidroeletricidade é uma tecnologia conhecida e comprovada há mais de um século. Seus impactos são bem compreendidos e administráveis, mediante medidas de mitigação e compensação de danos. Ela oferece um vasto potencial e esta disponível onde o desenvolvimento é mais necessário.

9.Hidroeletricidade significa energia limpa hoje e amanhã.

Com um tempo médio de vida de 50 a 100 anos, os empreendimentos hidrelétricos são investimentos de longo prazo que podem beneficiar diversas gerações. Eles podem ser facilmente atualizados para incorporar tecnologias mais recentes e tem custos muito baixos de operação e manutenção

10.Instrumento fundamental para o desenvolvimento sustentável

Os empreendimentos hidrelétricos que são desenvolvidos e operados de forma economicamente viável, ambientalmente sensata e socialmente responsável, representam desenvolvimento sustentável em sua melhor concepção. Isto é:

”desenvolvimento que atende hoje às necessidades das pessoas, sem comprometer a capacidade das
futuras gerações de atender suas próprias necessidades”

Hidroeletricidade

Fonte:ITAIPU BINACIONAL

www.itaipu.gov.br